Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental

Quem Somos

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) e foi fundada em 1972. O seu primeiro Centro (o 8º a nível nacional) abriu as portas em 2 de Fevereiro de 1973 e na altura era denominada o "8º Centro" da APPACDM então Instituição Nacional.

Este Centro destinava-se a crianças portadoras de deficiência mental, não integráveis no ensino regular e iniciou as suas actividades com um grupo de 10 crianças de ambos os sexos, com deficiência mental, numa casa de habitação com a área aproximada de 200m2 situada na Calçada de Mem Ramires, na cidade de Santarém.

Face às inúmeras inscrições de alunos, viu-se a Instituição obrigada a constantes adaptações e a alargar progressivamente a sua capacidade para 50 utentes, apesar das precárias condições das instalações.

Em 1977, a Delegação encetou negociações com a Congregação das Irmãs do Santíssimo Salvador para compra da Quinta Nossa Senhora do Rosário, situada no Vale de Santarém. A 3 de Março de 1980 passou a Instituição a funcionar nestas novas instalações, adaptadas para o efeito, com a colaboração da Câmara Municipal de Santarém.

Dado que os utentes eram oriundos de vários concelhos do Distrito, a criação de um Lar de Apoio foi um imperativo. Abriu, nesse mesmo ano, a 16 utentes de ambos os sexos, residentes em lugares com dificuldades de transporte diário, funcionando de Segunda a Sexta-feira.

No ano seguinte novo desafio nos era lançado. A necessidade de integração, o mais precocemente possível, das crianças com deficiências, levou a abrir, em Junho de 1981, o Jardim de Infância "A Joaninha".

"A Joaninha" iniciou as suas actividades com um grupo de 20 crianças de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 2 anos e 6 meses e os 7 anos, integrando 1/3 de crianças com deficiência mental.

Em 26 de Julho de 1984 foi assinado um protocolo com o IEFP para a criação da valência Pré-Profissional nas áreas de: agro-pecuária, argilas, carpintaria, encadernação, metais e têxteis.

Para os jovens com mais de 16 anos e sem possibilidade de integração na Pré-Profissional, foi criada a valência denominada Centro de Apoio Ocupacional, em Setembro de 1984. Esta valência permitiu um atendimento mais adequado às suas necessidades e capacidades.

Decorridos 17 anos, a Delegação de Santarém, tinha utentes com 27 anos de idade e mais velhos. Existiam, igualmente, pedidos de admissão de adultos que tinha perdido os seus familiares directos. A abertura de uma Lar Residencial na Av. dos Combatentes, em Santarém, com o apoio do Centro Regional da Segurança Social e da Santa Casa da Misericórdia de Santarém e com capacidade de atendimento para 12 utentes, em 7 de Fevereiro de 1990, permitiu dar resposta a estas situações de grave carência familiar.

Também em 1990, deu-se inicio aos cursos de Formação Profissional subsidiados pelo IEFP, nas áreas de: ajudante de cozinha, serralharia, carpintaria, encadernação, ajudante de jardinagem.

Em 2000, a APPACDM de Santarém que até então era uma delegação da APPACDM (Instituição Nacional), passou a ser autónoma.

A Associação cresceu, o número de utentes aumentou, outras áreas de intervenção tiveram de ser abrangidas.

O Projecto de Intervenção Precoce de Santarém - PIPS - iniciado em 2001, passou a valência em Dezembro de 2003.

Em Fevereiro de 2003 foi inaugurado um novo Centro de Actividades Ocupacionais, o CAO Aristides Graça.

Em 6 de Dezembro de 2005, iniciou actividades a Residência VAU, uma Unidade de Vida Autónoma.

Para além das valências citadas é preocupação desta Associação a promoção de actividades culturais, desportivas e lúdicas integradoras e promotoras de bem-estar físico e social e neste momento dá resposta a 243 utentes.

                                                                 

Carta dos Direitos e Deveres

Relatório de Avaliação: Grau de Satisfação das Partes Interessadas 2010

Relatório de Actividades 2010, Cronograma e Considerações Adicionais ao Relatório